Bianca Urata
Julho / 2019
Adotante e madrinha

"Não sei bem como cheguei no Enquanto Houver Chance. 
Só sei que em um post que compartilhei  sobre um resgate que fiz num bairro da Zona Leste de São Paulo, a Ju me chamou pra me ajudar e me orientar.


Era meu primeiro resgate, minhas primeiras CEDs, eu tava desesperada e o EHC apareceu.
Foi graças ao projeto que eu não desisti de tudo. 


Foi por que o projeto apareceu que 13 gatos pretos foram castrados e doados. 


Dois inclusive estão comigo até hoje.

Desde então, venho ajudando o projeto como posso: com as mídias, compartilhando, doando esporadicamente e recentemente tenho auxiliado com granulado sanitário. 


Eu faço o que eu posso. 


Mas o projeto faz muito além do que teria como fazer. 

Recentemente chamei a Ju e pedi um pequeno pra adotar. 
Ela disse: Tem esses dois aqui. 
Perguntei qual era mais difícil de doar que eu ia ficar com esse. 


Na minha casa cabem 6, mas no coração da Ju cabem todos. 

Brigada viu, querida? 
É por pessoas como vc que eu ainda acredito num mundo bom."

Patricia R. Julio
Julho / 2019
Adotante e Madrinha

"Conheci o EHC no resgate da gatinha Abóbora. Fiquei apaixonada pelo trabalho, pelo empenho e principalmente pelo amor com que eles tratam os animais e comecei a contribuir em todas as campanhas que eu conseguia.

 

No ano passado, quando via os posts do Algodão Doce ( agora ele chama Mingau) eu ficava louca por ele. Ele foi adotado, devolvido e entrou em depressão... e em todos os momentos o Projeto esteve ao lado dele, levando no veterinário, fazendo exames, se preocupando dia a dia. Foi aí que meu coração teve certeza que esse gatinho lindo tinha que ser meu filhote e ele veio aumentar a família ( já tinha uma cadela e uma gatinha) e nos encher de amor e travessuras.


O projeto é realmente sério, sou madrinha e tenho muito orgulho de ajudar e fazer parte."

Renny Barcelos
Julho / 2019
Adotante

"Conheci a Jubi pela internet em 2015 e me encantei pela dedicação e seriedade q logo percebi no seu trabalho. Ela estava bem nessa época começando o seu próprio projeto, o Enquanto Houver Chance, depois de anos trabalhando em conjunto com outra protetora.

Me dispus a ajudar como conseguia, à distância, compartilhando, ajudando na página, respondendo pessoas, etc. Sempre podendo acompanhar o trabalho, as dificuldades que fariam qualquer um desistir.

Em 2018 recebemos um pedido de ajuda para um gatinho em Guaianazes, com uma patinha decepada ao meio. Conseguimos organizar um resgate e ele foi levado diretamente à veterinária q já o avaliou, verificou que ele tinha em torno de 10 anos e o castrou.

Ele ganhou o nome de Pãozinho no projeto e, após avaliação do especialista, foi verificado que precisaria amputar totalmente a patinha. Segundo nos contaram fazia já cerca de 7 meses que ele estava com o toco de pata ainda sangrando e se apoiava nela para andar, o que causaria problemas de coluna depois.


Fizemos uma grande campanha para arrecadar fundos para a cirurgia e eu me ofereci para, pela primeira vez, dar Lar Temporário para um resgatado, e foi assim que o Pãozinho chegou em minha casa.

Ele ficaria só até se recuperar. Havia até uma pessoa interessada na adoção. Mas eu me apaixonei perdidamente por aquele gatinho tão carinhoso. Ele parecia tão feliz de estar em uma casa, de ter carinho e comida, irmãos felinos… E ele e a Tamika, minha gatinha mais idosa, se deram muito, muito bem. Ficaram inseparáveis. Quando ele foi para a cirurgia, a Tamika miava pela casa procurando por ele. 


Ele acabou ficando e se tornando meu nono gatinho. Teve outros problemas sérios de saúde, precisou de mais uma cirurgia no final do ano passado e hoje depende de dieta especial pois tem doença intestinal crônica e descobrimos também que é asmático. Ele usa bombinha diariamente.


Segue sendo um dos mais carinhosos gatos que já vi, dorme abraçado comigo toda noite e me segue pela casa quando eu chego do trabalho.

E todo dia eu olho para ele e penso, "o que seria de você se a Jubi e o projeto não existisse?""

Amanda Timpani
Julho / 2019
Adotante

Olá amantes de bigodinhos. Hoje vou contar a história de como a Strogonoff (também chamada de Strô e Pirulita) chegou até mim através da ONG Enquanto Houver Chance.


Vi uma postagem da Jubi, contando que a Strogonoff havia fraturado a bacia e estava cheia de bicheira. Ela pedia ajuda com o lar temporário, e lembro bem que o que tocou ainda mais meu coração foi quando falou "ela só precisa de um banheirinho". 


Aí eu não aguentei e me ofereci antes mesmo de falar com meu marido. Tinha um quarto aqui em casa disponível, então era possível ajudar. Quando vi o raio-x fiquei espantada, não tinha ossos ali, ela estava muito machucada.


Falei com a Jubi e em seguida avisei o maridão que havia oferecido nossa casa como LT, a resposta dele foi: "eu acho que você está arrumando pra cabeça, mas estou com você nessa". 


Quando ela chegou aqui em casa era a coisinha mais miudinha e fofinha que já vi, tremia tanto que parecia um Pincher. Junto com ela a Jubi mandou TUDO o que a gente precisava, caixa de areia, lenço umedecido, remédio, tapete higiênico, ração, comedouro e uma gaiolona, pois essa menininha não poderia se mexer por um bom tempo até a bacia cicatrizar. Todos os gastos posteriores com veterinário, exames e medicamentos foram cobertos pela ONG, a gente até brigava porque queríamos assumir parte dos gastos para ajudar a ONG e a Jubi queria pagar até os centavos (muito certinha). 


O tempo todo eu mentalizava "é só um LT, não vou me apegar", só me enganando, pois no mesmo dia que ela chegou fui fazer companhia de aquecedor ligado no quarto dela, pois a bichinha sentia muito frio, peguei no sono na cama ao lado da gaiola.


Todos os dias quando passava para colocar ração, trocar água e limpar a caixa de areia, a Strô pedia carinho, miava, queria sair da gaiola, e por vezes eu evitava ficar muito no mesmo quarto, porque ela precisava ficar quieta e quando me via começava a caminhar pela gaiola e ficar em pé, querendo atenção. Até o miado era diferente: quando só passávamos em frente ao quarto era um miado rouco, quase sumindo, lá dentro com ela o miado era alto e normal rsrs


Conforme percebemos a melhora, com a Strô andando por todo o quarto enquanto a gente limpava a gaiola, deixamos ter contato com os nossos gatos, e aí veio a cereja do bolo, ela grudou no Mingau e o Mingau grudou nela. Brincavam, se lambiam, dormiam juntos e nunca se estranharam. 


E aí que se eu já não queria devolver minha coisinha manhosa, com isso ela ganhou ainda mais nossos corações. 


O dia em que postei que ficaria com ela, Jubi e Drix nem acreditavam. 


Hoje eu tenho uma gatinha carinhosa como nunca tive antes. Mia pra mim, dorme comigo na minha cara, deita no meu colo e ronrona até pegar no sono. 


De pessoa em pessoa a Strô foi conquistando corações. Falhei miseravelmente em dar apenas um lar temporário, e só posso agradecer pela confiança que me deram em ficar com a minha amorinha.

Lucia Martins
Julho / 2019
Madrinha

Conheci a EHC há 2 anos, por meio de uma postagem sobre um gato chamado pãozinho.... Me apaixonei pelo caso e comecei a me informar sobre a EHC, tenho duas gatas e já ajudava outras duas ONGs e resolvi dar um voto p a EHC.
Nestes dois anos a EHC teve muitos momentos tristes, mas a Ju e a Drix nunca desanimaram e abandonaram o barco. 
Em um final de ano participei do bingo para arrecadar fundos e tive a oportunidade de conhecer a sede e as meninas, me encantei por elas e pelo projeto, confesso q quase chorei qdo vi o muito q elas faziam com o q pouco q tinham. 
O projeto é extremamente sério, as meninas dedicadas e literalmente fazem das tripas coração para cada vez mais, ajudar gatinhos e gatões em situações de risco. 
Contribuo mensalmente, pois sei q o $$$ é bem empregado e retorna em benefícios para estes seres tão indefesos e reféns de tanta maldade humana.
Se você puder contribuir e olhar para este projeto com os olhos do coração, faça isto.

Eliana Grinberg
Julho / 2019
Madrinha

"Em um feriado, apesar do frio aqui em SP, meu coração aqueceu. Tive o prazer de passar uma tarde em um lugar cheio de amor e calor humano, o projeto Enquanto Houver Chance.

Faziam muitos meses que as meninas me chamavam para fazer uma visita, mas o tempo me faltava. Sou madrinha do projeto há alguns anos, e nesse final de semana percebi o quanto é importante a ajuda de cada um para esse trabalho tão lindo ter continuidade.

As garotas trabalham com o bem mais precioso que se pode dar a um bichano, que é o amor, mas isso, apesar de existir de sobra, não basta para a sobrevivência do projeto.

Pude ver que apesar do espaço ser super limpinho, dos gatos estarem super bem tratados, elas lutam diariamente para administrar o pouco que recebem em doações, falta muito para o abrigo tomar a forma que merece, maior, mais aquecido, com mais medicamentos, enfim, com melhores condições para esse amor todo produzir mais frutos.

Minha vontade era adotar todos os gatinhos que segurei no colo, mas também não tenho condições. Então meu pedido é bem simples, se cada um puder colaborar com o pouco que for, esse Lar Temporário ainda vai ajudar muitos bichinhos largados sozinhos e abandonados pelas ruas, muito amor será plantado e distribuído por lá!"

Bruna Husz
Julho / 2019
Adotante e Madrinha

"Sou pedagoga, amante de animais por natureza, gatos principalmente.

 

Conheci o Enquanto Houver Chance quando decidi aumentar a família, adotando o Blue(berry).

 

Fiquei apaixonada instantaneamente pelo projeto quando vi o empenho e disposição dos responsáveis em gerir a ONG. Passei a contribuir mensalmente e também para as campanhas sempre que posso.

 

Adoraria poder contribuir mais, e seria lindo ver essa ajuda aumentando de outros lados também, seja apadrinhando um dos bebês que ainda estão lá, ou ajudando nos mutirões, momento perfeito pra conhecer esse trabalho maravilhoso de pertinho."

João Mata
Julho / 2019
Padrinho

"Sou professor universitário e empresário e sou um patrocinador regular há mais de um ano.

 

Estou muito satisfeito com a ONG porque vejo a seriedade e o carinho que os gatos são tratados.

 

Existe amor no trabalho desempenhado e transparência total dos valores doados. Muito bom ser um patrocinador regular.

 

Todo mês eu faço minha doação e fico muito feliz de poder ajudar. Que tenham mais instituições de cuidado animal como esta."

Renata Blumenschein 
Julho / 2019
Adotante

Sou apaixonada por animais, nunca tinha tido gatos e conheci o Enquanto Houver Chance, lá fui vendo a seriedade e responsabilidade como as coisas eram tratadas.

Decidi adotar a Fandangos... hoje Amora.


Recebi ela em casa e foram tiradas todas as dúvidas de uma mãe de primeira viagem.

 

Hoje nossa Amorinha é super companheira do meu filho e descobri que fiz uma excelente escolha. Já pensamos até em aumentar a família...

 

Obrigada por toda a atenção prestada antes e depois da adoção. Vocês são demais.

 

Espero que mais pessoas tomem a decisão de ADOTAR E DOAR. Para continuarem com este projeto lindo!

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